sexta-feira, 29 de julho de 2011

Governo Brasileiro faz sua parte, a África precisa de nós!

Uma reportagem  sobre malária no Acre e sobre uso de mosquiteiros passou no Jornal Nacional.

De forma simplista é quase um Nothing But Net brasileiro, mas com uma diferença: ele é mantido e patrocinado pelo poder público.

O governo faz seu papel, diferente da África onde não há poder público atuante e TODAS as iniciativas tem que vir das organizações de voluntários.

Isso apenas reforça que precisamos - cada vez mais - auxiliar a Fundação das Nações Unidas, através da JCI, a contribuir para a diminuição das morte por Malária na África.



Confira também: http://www.jcinothingbutnets.com


Jornal Nacional - Edição do dia 28/07/2011 - 21h34
Trabalho modelo reduz casos de malária no Acre em 60%
Depois de uma grande epidemia em 2006, o estado conseguiu conter o crescimento do número de casos da doença com medidas simples. O controle e combate à doença despertaram interesse de organizações internacionais.
O estado do Acre conseguiu conter o crescimento do número de casos de malária, depois de uma grande epidemia em 2006. E foi com medidas simples, que despertaram o interesse de autoridades de saúde de outros países.

Em 2006, o Acre enfrentou uma epidemia. Foram 93.863 casos da doença. Mas, nos últimos quatro anos, um trabalho de controle e combate à doença no estado reduziu em 60% os casos. O resultado despertou o interesse internacional.


Consultores da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) passaram três dias em municípios no oeste do Acre, onde existe a maior incidência da malária: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. Eles verificaram de perto o trabalho de coleta de sangue, diagnóstico precoce e tratamento supervisionado, considerado modelo.

Outra iniciativa importante foi a distribuição de milhares de mosquiteiros impregnados com inseticidas que afastam o mosquito transmissor da doença.

A dona de casa Clícia Oliveira Gomes pegou malária quatro vezes. Depois que recebeu o mosquiteiro não ficou mais doente: “Faz dois anos que eu não pego, e melhorou bastante”, conta.

Agora, o trabalho desenvolvido no Acre pode ajudar a combater a malária em outras regiões do Brasil e do exterior: “Achamos que muitas coisas feitas no Acre, em Cruzeiro do Sul, podem ser modelo em outros lugares de incidência”, afirma a consultora da Opas, Mayira Solo.




Carlos Eduardo Parucker e Silva
2011 - JCI Vice President
cparucker@jci.cc


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